Chianti Occhio Nero Superiore DOCG é um dos destaques da Toscana

Fotos: Divulgação


Muito propícia para o plantio de uvas sãs – ricas em açúcar e extrato -, a região da Toscana se consolidou, há séculos, como uma das principais produtoras de vinhos do planeta. De lá saem alguns dos rótulos de maior reputação do mundo, entre eles o Chianti Occhio Nero, produzido em Chianti, a principal estrela da região.


Essa localidade se tornou em 1716, através de decreto do grão-duque da Toscana, Cosimo III de Medici, a primeira região demarcada do vinho Chianti. A uva utilizada na elaboração dos vinhos Chianti e também dos chamados Supertoscanos é a Sangiovese, que possui cachos e bagas de tamanho médio.

Ela é ideal para a produção de vinhos jovens com o objetivo de serem consumidos no dia a dia, de corpo médio, tem como coloração o vermelho rubi e se caracteriza por ser tênue e agradável, além de apresentar sabor enxuto e harmônico. Concentra, ainda, aromas de amoras silvestres e carvalho.


Para produzir o Chianti Occhio Nero, a uva Sangiovese é colhida de forma manual e particular, sendo escolhida uma por uma. Após a seleção, a fruta vai para a fermentação controlada em tanque de aço, sem adição de leveduras. Depois, há a segunda fermentação, a malolática, que tem como intuito reduzir de forma considerável a acidez total do vinho e, consequentemente, aumentar seu pH. Dessa forma, o vinho fica menos agressivo, com sabores especiais e intensificação de aromas.

O processo é encerrado com o armazenamento do vinho em barris de carvalho durante 7 meses e, após o engarrafamento, a bebida é mantida por 6 meses à temperatura de 15 ºC na posição horizontal.

Harmonização

Indica-se o consumo do Chianti Occhio Nero com carnes vermelhas, picanha, molho barbecue e massas ao molho bolonhesa. Também acompanha bem queijos frescos ou envelhecidos bem afinados.

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